E assim vão os dias: com o sol a deixar-se ficar noite dentro.
"É então que surges: o teu corpo, que se confunde com o das palavras que te descrevem, hesita numa das entradas do verso. Puxo-te para o átrio da estrofe; digo o teu nome com a voz baixa do medo; e apenas ouço o vento que empurra portas e janelas, sílabas e frases, por entre as imagens inúteis que me separaram de ti."
sexta-feira, janeiro 14, 2011
sexta-feira, outubro 15, 2010
segunda-feira, setembro 27, 2010
Noiserv
Estive no chapitô. E, apesar do despropositado tempo de espera entre restôs e bartôs, foi um concerto especial.
sábado, setembro 18, 2010
Da naturalidade
Acorda-se a meio de um sonho ou mesmo no fim de um pesadelo. Levantamo-nos, mais tarde ou mais cedo, por mais que pese o peito e se imaginem desculpas, porque há horários para cumprir, e a menos que aconteça uma catástrofe que nos envolva directamente, lá teremos de estar à hora certíssima a picar o ponto.
Comemos porque o corpo exige, lavamo-nos porque a sociedade exige, vivemos porque a vida exige. E vão-se riscando os dias de um calendário cheio deles, com menos cruzes do que aquelas que gostariamos.
Há quem diga que quem acorda assim está necessariamente deprimido. Como se a depressão fosse uma qualquer alteração de estado normal. Como se não fosse natural.
Se calhar acordo assim porque me faltam os pássaros, a relva, o mar, o amor.
Como diria Darwin, fazemos parte do mundo natural que nos rodeia, se esse mundo estiver constantemente a ser alterado, reduzido a pó, então passamos a não fazer parte de nada.
E não pertencer pode muito bem ser o melhor motor para a boa da depressão.
Comemos porque o corpo exige, lavamo-nos porque a sociedade exige, vivemos porque a vida exige. E vão-se riscando os dias de um calendário cheio deles, com menos cruzes do que aquelas que gostariamos.
Há quem diga que quem acorda assim está necessariamente deprimido. Como se a depressão fosse uma qualquer alteração de estado normal. Como se não fosse natural.
Se calhar acordo assim porque me faltam os pássaros, a relva, o mar, o amor.
Como diria Darwin, fazemos parte do mundo natural que nos rodeia, se esse mundo estiver constantemente a ser alterado, reduzido a pó, então passamos a não fazer parte de nada.
E não pertencer pode muito bem ser o melhor motor para a boa da depressão.
terça-feira, agosto 31, 2010
quarta-feira, agosto 25, 2010
No bad news
Well, she's told, � Hold your buttons and look at the sky
Someone will fix things if you let your face dry
Keep your face near the earth and your heart beat high
And you may transcend the bad news �
Mm, hey little bird � hey little bird
Thank you for not letting go of me when I let go of you
Hey little bird � hey little bird
Thank you for not letting go of me when I let go of you
(Hey little bird � hey little bird)
Thank you for not (letting go of me when I let go of you)
Someone will fix things if you let your face dry
Keep your face near the earth and your heart beat high
And you may transcend the bad news �
Mm, hey little bird � hey little bird
Thank you for not letting go of me when I let go of you
Hey little bird � hey little bird
Thank you for not letting go of me when I let go of you
(Hey little bird � hey little bird)
Thank you for not (letting go of me when I let go of you)
quarta-feira, agosto 11, 2010
A caminho
sexta-feira, agosto 06, 2010
quinta-feira, agosto 05, 2010
terça-feira, julho 20, 2010
segunda-feira, julho 19, 2010
Qualquer coisa de proibido
Não é Godard, mas é Godin
quarta-feira, julho 14, 2010
Cartas inéditas do espólio Jeremias
terça-feira, julho 13, 2010
quinta-feira, julho 08, 2010
Não são cor-de-rosa
Subscrever:
Mensagens (Atom)





